quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

De uma infância pobre a Juiz Federal

                                      

Meus amigos, hoje venho aqui neste canal de informação para mostrar para os nossos leitores uma historia de superação e sucesso, filho de agricultores que chegou a Juiz Federal, um dos mais difíceis concurso e ele conseguiu. O caminho para o sucesso deveu-se a sua tenacidade, a sua dedicação, persistência, responsabilidade e abnegação assumidas com o proposito de atingir os seus objetivos. E eu como irmã, que tenho meus dois irmãos (Dr. Flávio e Dr. Fabio) como exemplo de vida tenho orgulho de mostrar essa historia para meus filhos, meus amigos e companheiros de trabalhos e para todos que gostam de desafios.





De uma infância pobre a Juiz Federal
José Flávio Fonseca de Oliveira


Nascido no interior do Ceará, em Boa Viagem, filho de Manoel Souza de Oliveira (Seu Nel) e Tereza Fonseca de Oliveira (Dona Tereza), logo cedo a família se mudou para Madalena, ainda distrito de Quixeramobim, em busca de melhores condições de sobrevivência e de esperança para os filhos, já que moravam no interior daquela cidade.
Flávio é o terceiro filho do casal, que tem outros dois filhos: Antônio Fábio Fonseca de Oliveira, Analista de Finanças e Controle da Controladoria Geral da União, e a Vereadora do Município da Madalena, Maria Sônia de Oliveira Costa.
Os tempos na década de 1980 não eram fáceis, quando a família chegou em Madalena, onde passaram a viver apenas da lavoura cultivada pelo casal, isso quando havia inverno. Desde a idade de 9 anos, Fábio e Flávio, já ajudavam o Seu Nel na roça, situação que perdurou até a idade de 16 anos, quando os dois irmãos passaram a ajudar a irmã, no comércio que esta tinha com seu esposo, Adriano Costa.
Apesar dessa constância na ajuda aos pais na roça, os estudos foram incentivados pelos pais, através do exemplo em conversas ou cobrando os resultados (notas), tudo sempre reforçado pelos dizeres dos pais de que “o único bem que os pais pobres podem deixar aos seus filhos são ‘os estudos’”. As características de pais trabalhadores e honestos, desse período, são os exemplos que Seu Nel e D. Tereza deixaram indeléveis na formação de caráter dos seus filhos.
Flávio estudou nos colégios públicos Álvaro Araújo Carneiro, Alfredo Machado e também na CNEC, no ensino fundamental (1º grau), de 5ª a 8ª séries e ensino médio (antigo 2ª grau). Também complementou os estudos com o curso técnico em contabilidade na Escola Pública Dom Terceiro, na vizinha cidade de Boa Viagem, concluindo em 1996.
O ensino fundamental e médio, numa pequena cidade e em escolas públicas, principalmente em municípios interioranos, nunca são fáceis para quem tem que dividir a escola com a necessidade de ajudar os pais em trabalhos pesados, no entanto os resultados sempre foram de destaque, porque a despeito das dificuldades, Flávio sempre teve êxito de aprovação, com notas além da média exigida.
Já em 1996, após a conclusão do ensino médio, conquistou a primeira grande vitória através dos esforços próprios e dos estudos, quando prestou seu primeiro concurso para o cargo de Agente Censitário Municipal do IBGE, logrando a aprovação em terceiro lugar, mas pelas desistências dos dois primeiros colocados, um deles o seu irmão Fábio Fonseca, assumiu o primeiro cargo público, assumindo funções de gerência dos trabalhos de recenseamento de todo o município de Madalena.
Logo em seguida foi convidado para ser professor do Município de Madalena, como contratado, no ano de 1997. No ano seguinte, tomou posse no cargo efetivo de professor de educação básica, após ter logrado aprovação no segundo concurso público que participara.
Nesse mesmo ano de 1998, prestou vestibular e foi aprovado para o curso de Licenciatura em Pedagogia pela Universidade Estadual Vale do Acaraú, na primeira turma para o Campus de Canindé, passando a realizar a sonhada formação em nível superior.
Em 1999, casou-se com Antônia Silvianeide Batista de Mesquita, com quem tem um filho, Gustavo Mesquita de Oliveira.
Nesse mesmo ano, passou a atuar no movimento político no município de Madalena, filiado ao Partido dos Trabalhadores, pelo qual foi candidato a vereador. Apesar de não ter sido eleito, ajudou nos anos seguintes no mandato do vereador Hélio Leite.
Flávio também se projetou no movimento sindical, na luta pelos direitos dos servidores públicos de Madalena, capitaneando a unificação dos servidores em torno da criação do hoje fortíssimo Sindicato dos Servidores Públicos de Madalena – SINSEMAD, no qual foi fundador e primeiro Presidente, de julho de 1999 a janeiro de 2002, quando renunciou ao cargo para assumir a função de Diretor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Alfredo Machado, que foi resultado de aprovação em concurso de provas e títulos e eleição direta dos segmentos dos professores, servidores e discentes, com 97% do total de votantes.
Esse período entre 1999 a 2002 foi de muitas lutas pelos direitos dos servidores públicos, com atuação em movimentos de defesas de servidores perseguidos pela administração da época, na busca por melhores salários e de melhores condições de trabalho, pela luta na consolidação de um sindicato de servidores forte e também nas discussões políticas do município de Madalena.
Todavia, mesmo com essa atuação nessas áreas da vida pública, contando com forte incentivo da esposa, pessoa que lhe apoiou em todas as difíceis travessias que enfrentou, nesses anos entre 1999 a 2002, continuou estudando e prestou diversos concursos para os cargos de Analista Judiciário e Oficial de Justiça do Tribunal de Justiça do Ceará, dos quais logrou aprovação em pelo menos 5 (cinco) concursos, tendo sido nomeados para Analista Judicial em Senador Pompeu (que desistiu de assumir) e Santa Quitéria.
Em razão dessa última nomeação, resolveram mudar os três – Flávio, Antônia e o pequeno Gustavo – para Santa Quitéria, quando assumiu no final de 2002 o cargo de Analista Judicial do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará.
Logo no ano seguinte, embalado pela persistência nos estudos e como objetivo de cursar o bacharelado em Direito e ainda já almejando o ingresso, mesmo que muito distante na magistratura, prestou o concurso para o cargo de Analista do Seguro Social, logrando aprovação entre as nove vagas para a cidade de Sobral, nomeado e empossado nesse cargo público em abril de 2003.
Já em Sobral, prestou mais um vestibular, no qual foi aprovado para o curso de direito, iniciando em 2004 a concluindo em outubro de 2008.
Ainda durante o exercício do cargo de analista do seguro social no INSS, nos anos de 2005 a 2006, assumiu o cargo em comissão de Chefe do Serviço de Benefício da Agência da Previdência Social em Sobral.
Durante a faculdade de Direito, mais uma vez os estudos dividiam o tempo de Flávio com o trabalho, mas não desistindo dos sonhos, alternava os estudos nos finais de semana e feriados com algumas madrugadas, o que lhe rendeu o reconhecimento de alguns professores, bem como a aprovação no exame da Ordem dos Advogados Brasil, com excelentes notas, antes mesmo da conclusão do bacharelado em Direito.
Ainda, durante do curso de direito obteve aprovação em alguns concursos, tais como: Analista Administrativo do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará, concurso que foi nomeado em 2008, que não assumiu, e também para os cargos de Analista Judiciário e Técnico Judiciário dos Tribunais Regionais Federais da 1ª e 5ª Região.
A partir de 2009, quando iniciou na advocacia e, a partir do convite de seus antigos colegas servidores, passou a ser advogado do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Madalena - SINSEMAD nos anos de 2009 e 2010, momento em que também defendeu a causa dos servidores públicos municipais perante a administração do Município de Madalena, buscando com o SINSEMAD a valorização desse seguimento.
Durante esses dois anos, Flávio foi aprovado nos concursos de Advogado do Banco do Nordeste do Brasil (2009), Defensor Público do Estado de Alagoas (2009), Defensor Público do Estado do Piauí (2009), Procurador do Município de Caucaia (2010), Analista do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região – Ceará (2010), Defensor Público Federal (2010), cargo que assumiu em setembro de 2010 na cidade de João Pessoa.
A aprovação no concurso de Juiz Federal Substituto do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que não foi de imediato nem dispensou os mesmos esforços de antes, além de ter sido precedida de diversos concursos com reprovação para o cargo de juiz, foi fruto de intensos estudos e afastamento do convívio familiar e abdicação do lazer e finais de semana, mas todo o esforço consagrou mais de uma década de estudos, dedicação, privações e persistência, marca que o define claramente.

Para completar, a coroada trajetória, no ano de 2013, foi aprovado no concurso de Juiz de Direito do Estado do Ceará, cargo para o qual foi nomeado para a cidade de Ararendá e que era tão almejado, quando se mudou de Madalena para Santa Quitéria. Somente não o assumiu, porque optou em permanecer no cargo de Juiz Federal, que já havia assumido. 
Como Juiz Federal, atuou na 5ª Vara Cível de Belém de maio de 2013 a julho de 2014 e, desde agosto de 2014, exerce a jurisdição na 6ª Vara do Juizado Especial Federal em Teresina, Piauí, cidade onde atualmente reside. Também é professor de cursinho preparatório para concursos em Teresina, nas disciplinas direito civil e direito constitucional.

sábado, 3 de novembro de 2012

Agradecimentos

Quero agradecer a cada um dos 540 eleitores que depositaram sua confiança em minhas propostas e na minha disposição para trabalhar por nossa querida Madalena.
Vou honrar minhas promessas de campanha trabalhando, em especial, pela educação, saúde e geração de empregos.
De outro lado, respeito a decisão das urnas que me colocaram no papel de fiscal da nova gestão, papel este que desempenharei com muita responsabilidade e firmeza.
Por fim, quero reafirmar meu compromisso de que estarei a disposição da população para lutar por seus direitos junto aos governos municipal, estadual e federal.